Paciente masculino, de 52 anos de idade, com antecedente de alcoolismo, vem à consulta para análise de exames anteriormente solicitados e realizados em janeiro/2020, sem queixas. Exames físico com abdome moderadamente globoso. Nos chama atenção: Potássio = 3,0. Sem alterações em creatinina e outros exames laboratoriais. Além de novos exames e eletrocardiograma, qual a conduta mais adequada para a reposição de potássio na atenção básica?

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Profissional Solicitante:            Medico da Estratégia de Saúde da Família Resposta: Obrigado pela pergunta! Acho que a partir da premissa de ver o paciente como um todo, sempre é interessante correlacionar o resultado de exames com a clínica. Neste caso o paciente tem alguma clínica correspondente a hipocalemia como sensação de fraqueza, câimbras, vômitos, íleo

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Paciente em acompanhamento para psoríase, pergunta sobre uma “vacina” anual que viu na mídia, liberada para uso no SUS, para o tratamento da psoríase. Não encontrei nenhuma evidência do que se trata… Acredito que seja algum imunobiológico novo, porém não encontrei nada. Vocês possuem algum conhecimento de medicação injetável anual para psoríase? Obrigada!

Paciente em acompanhamento para psoríase, pergunta sobre uma “vacina” anual que viu na mídia, liberada para uso no SUS, para o tratamento da psoríase. Não encontrei nenhuma evidência do que se trata… Acredito que seja algum imunobiológico novo, porém não encontrei nada. Vocês possuem algum conhecimento de medicação injetável anual para psoríase? Obrigada!

Profissional solicitante: Médico da estratégia de saúde da família   Resposta: Prezada colega, presumo que você esteja falando dos imunobiológicos que são usados em casos graves ou que não responderam ao tratamento sistêmico de primeira linha: metotrexato, acitretina e ciclosporina. Os medicamentos biológicos tem mostrado efetividade e segurança em comparação ao placebo e, atualmente, quatro

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Olá! Tenho recebido vários pacientes com perfuração timpânica traumática (em geral por cotonete). Qual a conduta mais adequada nesses casos? Não temos otorrino em nossa rede de urgência e emergência, e o agendamento está para aproximadamente 8 meses. Obrigada.

Olá! Tenho recebido vários pacientes com perfuração timpânica traumática (em geral por cotonete). Qual a conduta mais adequada nesses casos? Não temos otorrino em nossa rede de urgência e emergência, e o agendamento está para aproximadamente 8 meses. Obrigada.

Profissional solicitante: Médico da estratégia de saúde da família   Resposta: Bom dia. Nos casos de perfuração timpânica, em sua maioria, não há necessidade de tratamento específico. O ouvido deve ser mantido seco e não há a necessidade de uso de antibióticos tópicos. Antibióticos via oral podem ser utilizados se encontrar algum foco infeccioso. Se

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Adolescente, 12 anos, virou o pé (para dentro) ao cair de escada há 20 dias. Foi a uma UPA no mesmo dia, onde realizou RX e foi liberado pelo ortopedista com analgésicos.  Retornou a esta UBS, pois, continua com dor à dorsiflexão do pé, apoiando apenas a ponta do pé no chão durante a marcha. Ao exame físico apresenta edema discreto, sem sinais flogísticos de tornozelo e região média-proximal do pé direito; sem dor à movimentação passiva dos dedos do pé e à palpação até terço médio proximal. A partir daí, não é possível identificar o local com maior dor; qualquer movimentação do tornozelo é dolorosa. Movimentação ativa limitada, aparentemente, apenas pela dor. Há uma região circular no calcanhar que fica especialmente fria à palpação, sem outras alterações. Sensibilidade preservada.  Discuti o caso na unidade e optamos por imobilização em posição anatômica durante o dia com bota ortopédica, analgesia oral e USG. Gostaria de saber qual a hipótese diagnóstica (lesão ligamentar?), qual o tempo esperado para melhora clínica e se há algo mais a ser feito. Obrigada.

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Profissional solicitante: Médico da estratégia de saúde da família   Resposta: Quadro traumatológico de movimento torcional em tornozelo há 20 dias; pela descrição, não há fraturas. O mecanismo de trauma leva à lesão ligamentar em tornozelo, que pode variar em 3 graus de complexidade, sendo grau 3 o mais severo. O tratamento inicial, independentemente do

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Tenho tido vários casos de pacientes, mulheres em climatério ou pós-menopausa com uma queixa típica: formigamento ou calor em plantas dos pés. O exame clínico descarta qualquer patologia dermatológica ou neurológica. Exames laboratoriais normais, ficando excluídas anemia, ferroprivação ou vitamina B12 baixa. Existe alguma conduta para estes casos?

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Profissional Solicitante:  Médico da estratégia de saúde da família   Resposta O “formigamento” em mãos e pés é um sintoma que pode estar associado á diminuição do estrogênio que caracteriza o período do climatério. No entanto, a reposição hormonal para tratamento deste sintoma isolado, não é habitualmente instituída. As principais indicações para a reposição hormonal sistêmica

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Há alguma contra indicação em autorizar a vacinação contra febre amarela em paciente de 63 anos com história patológica pregressa de hepatite C, com cura ha 13 anos? Grata!

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Profissional solicitante: Médico da Estratégia de Saúde da Família   Resposta:   Em resposta à solicitação de informação sobre vacina de febre amarela em paciente com cura de hepatite C temos a informar: 1-Avaliar se o paciente não é portador de cirrose ou hepatocarcinoma, se fez transplante de fígado, se toma algum medicamento imunossupressor; nestas

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Segundo algumas diretrizes, em pacientes com osteoporose pode-se manter cálcio+ vit. D e associar alendronato, por 5 anos, podendo se estender por mais 5 anos. Entretanto, alguns estudos, recomendam o alendronato apenas. Gostaria de saber como proceder. Se o paciente já estiver usando cálcio devo manter e associar alendronato?

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Profissional solicitante: Medico estratégia saúde da família Resposta: A osteoporose é doença caracterizada pela fragilidade óssea e tem como desfecho clínico mais importante a ocorrência de fraturas por baixo impacto, que ocorrem mais frequentemente nas vértebras, no rádio distal e no fêmur proximal. A osteoporose não apresenta manifestações clínicas até que ocorra a primeira fratura.

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MF, 47 anos hígida, não utiliza nenhuma medicação. Histórico de três gestações, três partos sem intercorrências, esterilização por laqueadura há 06 anos, fórmula menstrual 3/28. Com queixa de cistos mamários simples. Em exame de USG das mamas realizado em novembro/2017, observa-se cisto simples de 8×6 mm na mama direita ás 12 horas. Exames de maio/2018 o cisto encontra-se com 11 mm. A minha dúvida é se devido ao crescimento desse cisto no período relatado, devo realizar algum outro estudo complementar (PAAF)?

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Profissional solicitante: Médico da Estratégia de Saúde da Família Resposta Agradeço seu contato e a confiança depositada em nós para que possamos auxiliá-lo no seguimento de seu caso. Aproveitarei seu questionamento eminentemente clínico para introduzir uma problematização da ordem da comunicação em saúde. Cistos mamários são achados comuns em mamas de mulheres acima dos 40

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