Nas visitas domiciliares de famílias que estão ausentes durante todo o mês (devido trabalho, principalmente), é possível que uma pessoa autorizada passe/receba informações de saúde daquela família/pessoa ausente quando se finda todas as possibilidades de encontrá-la no domicílio?
Nas visitas domiciliares de famílias que estão ausentes durante todo o mês (devido trabalho, principalmente), é possível que uma pessoa autorizada passe/receba informações de saúde daquela família/pessoa ausente quando se finda todas as possibilidades de encontrá-la no domicílio?

Profissional Solicitante:

Gerente de serviços de saúde

 

Resposta:

Todo cidadão tem direitos e deveres no processo de cuidado com a saúde. O vínculo estabelecido num processo que contemple a dinâmica entre paciente e serviço/profissional deve ser bem firmado no início do respectivo acompanhamento/cuidado/tratamento. Quanto à questão de não encontrar o paciente na residência para receber as orientações e mesmo os resultados por motivo de trabalho é possível criar vínculos através de outros meios de comunicação tais como telefone, “whatsapp”, “e-mail”, dentre outros. A família/pessoas autorizadas poderão sim receber algumas orientações ou documentos: como informações de agendamentos de consultas, orientações para realizar procedimento de rotina exemplos: Papanicolau, vacina etc. Já resultados sigilosos devem ser dados ao próprio paciente ou pessoa. A visita domiciliar tem uma dinâmica maior do que o simples contato interpessoal. A questão de trabalho e outros compromissos podem ser e tem sido barreiras no acesso a algumas pessoas, mas existem mecanismos que podemos criar para vencer tais barreiras.

Referências:

Martins GS, Pereira FCC, Sousa ICA. A visita domiciliar como instrumento para humanização: Revisando a literatura. Carpe Diem: Revista Cultura e Científica do UNIFACEX. v. 11, n. 11, 2013. ISSN: 2237-8586. Disponível em

https://periodicos.unifacex.com.br/Revista/article/view/364/116