Pergunta da Semana

Mãe refere que sua filha, de 3 anos, apresenta secreção vaginal verde fétida. em escassa quantidade. há mais ou menos 6 meses, acompanhada de dor em região genital quando faz a limpeza. No exame físico só evidencio saída de secreção verde esbranquiçada, sem fedor. Na cultura de secreção vaginal apresentou Escherichia Coli resistente para amoxicilina e ampicilina; sensível para amicacina, cefepima, ceftazidima, ceftriaxona, cefuroxima, ciprofloxacino, ertapenem, gentamicina, imipenem e meropenem. Resto dos exames sem alteração. Qual seria a conduta para tomar? Essa criança precisa passar pela Ginecologista?
Mãe refere que sua filha, de 3 anos, apresenta secreção vaginal verde fétida. em escassa quantidade. há mais ou menos 6 meses, acompanhada de dor em região genital quando faz a limpeza. No exame físico só evidencio saída de secreção verde esbranquiçada, sem fedor. Na cultura de secreção vaginal apresentou Escherichia Coli resistente para amoxicilina e ampicilina; sensível para amicacina, cefepima, ceftazidima, ceftriaxona, cefuroxima, ciprofloxacino, ertapenem, gentamicina, imipenem e meropenem. Resto dos exames sem alteração. Qual seria a conduta para tomar? Essa criança precisa passar pela Ginecologista?

Profissional solicitante: Médico da estratégia de saúde da família   Resposta: Diante do quadro descrito, à princípio, não há necessidade de encaminhar esta criança ao ginecologista. Vaginites nesta idade podem ter causas infecciosas...

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Segundo algumas diretrizes, em pacientes com osteoporose pode-se manter cálcio+ vit. D e associar alendronato, por 5 anos, podendo se estender por mais 5 anos. Entretanto, alguns estudos, recomendam o alendronato apenas. Gostaria de saber como proceder. Se o paciente já estiver usando cálcio devo manter e associar alendronato?
Segundo algumas diretrizes, em pacientes com osteoporose pode-se manter cálcio+ vit. D e associar alendronato, por 5 anos, podendo se estender por mais 5 anos. Entretanto, alguns estudos, recomendam o alendronato apenas. Gostaria de saber como proceder. Se o paciente já estiver usando cálcio devo manter e associar alendronato?

Profissional solicitante: Medico estratégia saúde da família Resposta: A osteoporose é doença caracterizada pela fragilidade óssea e tem como desfecho clínico mais importante a ocorrência de fraturas por baixo impacto, que ocorrem mais...

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Paciente possui dente 16 com grande destruição coronária e foi requisitado uma radiografia do elemento. Gostaria de saber se, pela radiografia, há chance de ocorrer comunicação buco-sinusal após a extração do dente.
Paciente possui dente 16 com grande destruição coronária e foi requisitado uma radiografia do elemento. Gostaria de saber se, pela radiografia, há chance de ocorrer comunicação buco-sinusal após a extração do dente.

Profissional solicitante: Cirurgião Dentista Resposta: As raízes dos dentes superiores posteriores, principalmente molares, podem encontrar-se em íntima relação com o seio maxilar, podendo em alguns casos haver protrusão dessas raízes em seu...

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MF, 47 anos hígida, não utiliza nenhuma medicação. Histórico de três gestações, três partos sem intercorrências, esterilização por laqueadura há 06 anos, fórmula menstrual 3/28. Com queixa de cistos mamários simples. Em exame de USG das mamas realizado em novembro/2017, observa-se cisto simples de 8×6 mm na mama direita ás 12 horas. Exames de maio/2018 o cisto encontra-se com 11 mm. A minha dúvida é se devido ao crescimento desse cisto no período relatado, devo realizar algum outro estudo complementar (PAAF)?
MF, 47 anos hígida, não utiliza nenhuma medicação. Histórico de três gestações, três partos sem intercorrências, esterilização por laqueadura há 06 anos, fórmula menstrual 3/28. Com queixa de cistos mamários simples. Em exame de USG das mamas realizado em novembro/2017, observa-se cisto simples de 8×6 mm na mama direita ás 12 horas. Exames de maio/2018 o cisto encontra-se com 11 mm. A minha dúvida é se devido ao crescimento desse cisto no período relatado, devo realizar algum outro estudo complementar (PAAF)?

Profissional solicitante: Médico da Estratégia de Saúde da Família Resposta Agradeço seu contato e a confiança depositada em nós para que possamos auxiliá-lo no seguimento de seu caso. Aproveitarei seu questionamento eminentemente clínico para...

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Segundo um protocolo da Unidade para Doença de Chagas, pacientes ditos como assintomáticos com sorologia de Chagas positiva ( Elisa) devem fazer exame de imunofluorescência direta ou hemoaglutinação indireta para confirmação diagnóstica. No entanto, dados da literatura nos mostram que somente a sorologia para Chagas positiva já nos faria pensar em provável tratamento. Frente ao exposto, como devemos proceder? Além do mais, a literatura é controversa quanto ao tratamento, alguns consensos sugerem tratamento apenas na fase aguda outros na fase crônica com problemas cardíacos e ou gastrintestinais leves, já que na fase avançada não trariam benefício.  Desta maneira, como devemos proceder? Devemos tratar ou não um paciente assintomático com sorologia para Chagas positiva? Há necessidade de encaminhamento ao especialista?
Segundo um protocolo da Unidade para Doença de Chagas, pacientes ditos como assintomáticos com sorologia de Chagas positiva ( Elisa) devem fazer exame de imunofluorescência direta ou hemoaglutinação indireta para confirmação diagnóstica. No entanto, dados da literatura nos mostram que somente a sorologia para Chagas positiva já nos faria pensar em provável tratamento. Frente ao exposto, como devemos proceder? Além do mais, a literatura é controversa quanto ao tratamento, alguns consensos sugerem tratamento apenas na fase aguda outros na fase crônica com problemas cardíacos e ou gastrintestinais leves, já que na fase avançada não trariam benefício. Desta maneira, como devemos proceder? Devemos tratar ou não um paciente assintomático com sorologia para Chagas positiva? Há necessidade de encaminhamento ao especialista?

Categoria profissional solicitante: Médico da Saúde da família Resposta: A Doença de Chagas é uma doença parasitária com curso bifásico (fase aguda e fase crônica), com várias formas de manifestação. Quanto ao Diagnóstico Laboratorial: 1- FASE...

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Bom dia! Se o paciente já fez dose de palivizumabe no ano anterior é necessário repetir a dose esse ano se ele tiver as indicações para aplicação da mesma? A dose é 15mg/kg, mas existe dose máxima a ser administrada?
Bom dia! Se o paciente já fez dose de palivizumabe no ano anterior é necessário repetir a dose esse ano se ele tiver as indicações para aplicação da mesma? A dose é 15mg/kg, mas existe dose máxima a ser administrada?

Profissional solicitante: Médico estratégia saúde da família   Resposta: Boa Tarde. Não existe dose máxima, pois a dose é calculada com base no peso do paciente em quilogramas, sendo que, o paciente deve ser pesado no dia da aplicação sem...

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MO, 43 anos durante uma consulta de rotina vem com os resultados de exames alterados:hemograma: hm: 3,24 hb:5,7 hct: 19,7 M micrositose M anisocitose D poiquilocitose M policromasia e plaquetas 300.00 com macroplaquetas (14/03/2018) Paciente assintomática relata alteração fluxo menstrual nos últimos 2 meses aumento volume não sabe dizer quanto e um episodio de aumento de fluxo muito alto por apenas um dia, ao exame físico apenas hipocorada. Tem diagnostico de HAS compensada. Após a consulta solicitei transferência da paciente para hospital de referencia na qual teve avaliação clinica e encaminhamento de retorno ao medico da família. após esse episódio foram mais 2 tentativas de internação hospitalar sem sucesso. informei a gerencia na unidade sobre o caso, informei o medico RT que como resposta tentaria uma internação direta medico para medico mas não obtive retorno ate o momento. Gostaria de saber qual seria a conduta adotada? Paciente está medicada com medicações oferecida pelo SUS e encaminhada para hematologia sem previsão de consulta e o caso foi matriciado e passado pra GO da unidade.
MO, 43 anos durante uma consulta de rotina vem com os resultados de exames alterados:hemograma: hm: 3,24 hb:5,7 hct: 19,7 M micrositose M anisocitose D poiquilocitose M policromasia e plaquetas 300.00 com macroplaquetas (14/03/2018) Paciente assintomática relata alteração fluxo menstrual nos últimos 2 meses aumento volume não sabe dizer quanto e um episodio de aumento de fluxo muito alto por apenas um dia, ao exame físico apenas hipocorada. Tem diagnostico de HAS compensada. Após a consulta solicitei transferência da paciente para hospital de referencia na qual teve avaliação clinica e encaminhamento de retorno ao medico da família. após esse episódio foram mais 2 tentativas de internação hospitalar sem sucesso. informei a gerencia na unidade sobre o caso, informei o medico RT que como resposta tentaria uma internação direta medico para medico mas não obtive retorno ate o momento. Gostaria de saber qual seria a conduta adotada? Paciente está medicada com medicações oferecida pelo SUS e encaminhada para hematologia sem previsão de consulta e o caso foi matriciado e passado pra GO da unidade.

Categoria Profissional solicitante: Médico da Estratégia de Saúde da Família Resposta : Trata-se de pergunta de médico generalista sobre conduta a ser adotada para a uma paciente de 43 anos com anemia importante, com hemoglobina de 5,7 g/dl e...

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Paciente tomou vacina da febre amarela fracionada em 26 de fevereiro, porem a mesma após um dia ganhou uma viajem internacional que exige certificação internacional da vacina, porem sabemos que eles só aceitam para certificação doses não fracionadas. Como proceder neste caso, tendo em vista que a paciente só irá viajar em dezembro? Deve-se ser revacinada? qual melhor momento?
Paciente tomou vacina da febre amarela fracionada em 26 de fevereiro, porem a mesma após um dia ganhou uma viajem internacional que exige certificação internacional da vacina, porem sabemos que eles só aceitam para certificação doses não fracionadas. Como proceder neste caso, tendo em vista que a paciente só irá viajar em dezembro? Deve-se ser revacinada? qual melhor momento?

Categoria Profissional Solicitante: Médico da Estratégia de Saúde da Família Resposta: Informamos que a paciente deve receber nova dose da vacina contra febre amarela, na dose plena. O intervalo ideal para o novo procedimento é de pelo menos 30...

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Em alguns casos os pacientes comparecem a consulta odontológica fazendo uso de aparelho ortodôntico “de enfeite” e em algumas vezes querem removê-los. Estes pacientes são orientados a remover este aparelho no dentista que o instalou, mesmo porque não temos instrumentais ortodônticos. Este é o procedimento adequado?
Em alguns casos os pacientes comparecem a consulta odontológica fazendo uso de aparelho ortodôntico “de enfeite” e em algumas vezes querem removê-los. Estes pacientes são orientados a remover este aparelho no dentista que o instalou, mesmo porque não temos instrumentais ortodônticos. Este é o procedimento adequado?

Categoria Profissional Solicitante: Cirurgião dentista Resposta:  Sim,este é o procedimento correto para qualquer caso onde o paciente relata o interesse na remoção da aparatologia fixa presente na cavidade bucal. A remoção do aparelho fixo é um...

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De antemão quero agradecer a eficiência do sistema, que tem sido de grande apoio, e desejar à equipe próspero ano novo.   Trata-se de paciente de 39 anos com histórico pessoal de: – HAS controlada com losartana potássica 50 mg 1x/dia; – sobrepeso;- fibromialgia com queixa de dor generalizada persistente, tendo sido recomendado em última consulta amitriptilina 25 mg 8/8 horas (tem realizado vários tratamentos mas não adere); – síndrome de pânico; – litíase biliar, que suspeito possa ter sido gerada também por uso durante tempo prolongado de fibratos.  Em exame do dia 8/6/2017 apresentava triglicérides 616 mg/dl, e ao ver o ultrassom abdominal mostrando a litíase biliar suspendi ciprofibrato e comecei com atorvastatina, porém em 13/12/2017 apresenta triglicérides 635 mg/dl. Restante do lipidograma e hepatograma sem alterações, com exceção de HDL 31 mg/dl.  Gostaria de um suporte sobre como melhor tratar a hipertrigliceridemia nesse caso. Muito obrigado.
De antemão quero agradecer a eficiência do sistema, que tem sido de grande apoio, e desejar à equipe próspero ano novo. Trata-se de paciente de 39 anos com histórico pessoal de: – HAS controlada com losartana potássica 50 mg 1x/dia; – sobrepeso;- fibromialgia com queixa de dor generalizada persistente, tendo sido recomendado em última consulta amitriptilina 25 mg 8/8 horas (tem realizado vários tratamentos mas não adere); – síndrome de pânico; – litíase biliar, que suspeito possa ter sido gerada também por uso durante tempo prolongado de fibratos. Em exame do dia 8/6/2017 apresentava triglicérides 616 mg/dl, e ao ver o ultrassom abdominal mostrando a litíase biliar suspendi ciprofibrato e comecei com atorvastatina, porém em 13/12/2017 apresenta triglicérides 635 mg/dl. Restante do lipidograma e hepatograma sem alterações, com exceção de HDL 31 mg/dl. Gostaria de um suporte sobre como melhor tratar a hipertrigliceridemia nesse caso. Muito obrigado.

Categoria Profissional Solicitante: Médico da estratégia de saúde da família esposta: Olá! A hipertrigliceridemia isolada é uma condição com menor repercussão cardiovascular se comparada a hipercolesterolemia. Para lhe auxiliar na condução desta...

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