Gostaríamos de um auxilio quanto aos casos de pacientes com mamas muito grandes, que necessitam de mamoplastia redutora. Tínhamos orientação de que as mesmas deveriam ser avaliadas por especialistas que comprovassem a real necessidade de redução, porém alguns casos relacionados a questão de dores lombares, por exemplo, que são encaminhadas ao Ortopedista, são devolvidas para Ubs novamente. Gostaria de uma orientação de como proceder e sobre o que é necessário, se existe um protocolo para estes tipos de solicitação. Desde já agradeço.
Gostaríamos de um auxilio quanto aos casos de pacientes com mamas muito grandes, que necessitam de mamoplastia redutora. Tínhamos orientação de que as mesmas deveriam ser avaliadas por especialistas que comprovassem a real necessidade de redução, porém alguns casos relacionados a questão de dores lombares, por exemplo, que são encaminhadas ao Ortopedista, são devolvidas para Ubs novamente. Gostaria de uma orientação de como proceder e sobre o que é necessário, se existe um protocolo para estes tipos de solicitação. Desde já agradeço.

Profissional Solicitante: Assistente administrativo   Resposta: Os casos de hipertrofia mamária/gigantomastia com repercussões em outros sistemas do corpo que possam ter indicação de mamoplastia redutora deverão ser encaminhados para...

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Sempre tenho dúvida com relação ao cuidado com perímetro cefálico na puericultura. Tenho duas pacientes gêmeas, vão completar agora 1 ano, e o PC tem se elevado de percentil, sendo que uma delas ultrapassou o percentil 3, mantendo DNPM adequado, com 01 polpa digital da fontanela. Como manter o seguimento da puericultura? Desde já obrigada.
Sempre tenho dúvida com relação ao cuidado com perímetro cefálico na puericultura. Tenho duas pacientes gêmeas, vão completar agora 1 ano, e o PC tem se elevado de percentil, sendo que uma delas ultrapassou o percentil 3, mantendo DNPM adequado, com 01 polpa digital da fontanela. Como manter o seguimento da puericultura? Desde já obrigada.

Profissional solicitante: Médico clínico   Resposta: A macrocefalia (megacefalia) envolve um perímetro cefálico de 2 desvios padrão acima da média para a idade. O cérebro humano é mais vulnerável aos insultos, em dois períodos: o primeiro, e...

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Temos uma usuária com Distonia Cervical do tipo Retrocollis (CID 10 G24.3) que realizava tratamento e acompanhamento no HC FMRP-USP Ribeirão Preto, com aplicação de Toxina Botulínica, e que necessita dar continuidade ao tratamento em São Paulo. Solicito orientação de disponibilidade do tratamento e orientações para a usuária.
Temos uma usuária com Distonia Cervical do tipo Retrocollis (CID 10 G24.3) que realizava tratamento e acompanhamento no HC FMRP-USP Ribeirão Preto, com aplicação de Toxina Botulínica, e que necessita dar continuidade ao tratamento em São Paulo. Solicito orientação de disponibilidade do tratamento e orientações para a usuária.

Profissional solicitante: Gerente de serviços de saúde Resposta: Bom dia! Nas pesquisas e contatos realizados, não foi identificado uma referência para a aplicação da toxina botulínica, na Rede de Saúde Municipal. Identificamos que a Toxina...

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Paciente em acompanhamento para psoríase, pergunta sobre uma “vacina” anual que viu na mídia, liberada para uso no SUS, para o tratamento da psoríase. Não encontrei nenhuma evidência do que se trata… Acredito que seja algum imunobiológico novo, porém não encontrei nada. Vocês possuem algum conhecimento de medicação injetável anual para psoríase? Obrigada!
Paciente em acompanhamento para psoríase, pergunta sobre uma “vacina” anual que viu na mídia, liberada para uso no SUS, para o tratamento da psoríase. Não encontrei nenhuma evidência do que se trata… Acredito que seja algum imunobiológico novo, porém não encontrei nada. Vocês possuem algum conhecimento de medicação injetável anual para psoríase? Obrigada!

Profissional solicitante: Médico da estratégia de saúde da família   Resposta: Prezada colega, presumo que você esteja falando dos imunobiológicos que são usados em casos graves ou que não responderam ao tratamento sistêmico de primeira...

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Olá! Tenho recebido vários pacientes com perfuração timpânica traumática (em geral por cotonete). Qual a conduta mais adequada nesses casos? Não temos otorrino em nossa rede de urgência e emergência, e o agendamento está para aproximadamente 8 meses. Obrigada.
Olá! Tenho recebido vários pacientes com perfuração timpânica traumática (em geral por cotonete). Qual a conduta mais adequada nesses casos? Não temos otorrino em nossa rede de urgência e emergência, e o agendamento está para aproximadamente 8 meses. Obrigada.

Profissional solicitante: Médico da estratégia de saúde da família   Resposta: Bom dia. Nos casos de perfuração timpânica, em sua maioria, não há necessidade de tratamento específico. O ouvido deve ser mantido seco e não há a necessidade de...

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Adolescente, 12 anos, virou o pé (para dentro) ao cair de escada há 20 dias. Foi a uma UPA no mesmo dia, onde realizou RX e foi liberado pelo ortopedista com analgésicos.  Retornou a esta UBS, pois, continua com dor à dorsiflexão do pé, apoiando apenas a ponta do pé no chão durante a marcha. Ao exame físico apresenta edema discreto, sem sinais flogísticos de tornozelo e região média-proximal do pé direito; sem dor à movimentação passiva dos dedos do pé e à palpação até terço médio proximal. A partir daí, não é possível identificar o local com maior dor; qualquer movimentação do tornozelo é dolorosa. Movimentação ativa limitada, aparentemente, apenas pela dor. Há uma região circular no calcanhar que fica especialmente fria à palpação, sem outras alterações. Sensibilidade preservada.  Discuti o caso na unidade e optamos por imobilização em posição anatômica durante o dia com bota ortopédica, analgesia oral e USG. Gostaria de saber qual a hipótese diagnóstica (lesão ligamentar?), qual o tempo esperado para melhora clínica e se há algo mais a ser feito. Obrigada.
Adolescente, 12 anos, virou o pé (para dentro) ao cair de escada há 20 dias. Foi a uma UPA no mesmo dia, onde realizou RX e foi liberado pelo ortopedista com analgésicos. Retornou a esta UBS, pois, continua com dor à dorsiflexão do pé, apoiando apenas a ponta do pé no chão durante a marcha. Ao exame físico apresenta edema discreto, sem sinais flogísticos de tornozelo e região média-proximal do pé direito; sem dor à movimentação passiva dos dedos do pé e à palpação até terço médio proximal. A partir daí, não é possível identificar o local com maior dor; qualquer movimentação do tornozelo é dolorosa. Movimentação ativa limitada, aparentemente, apenas pela dor. Há uma região circular no calcanhar que fica especialmente fria à palpação, sem outras alterações. Sensibilidade preservada. Discuti o caso na unidade e optamos por imobilização em posição anatômica durante o dia com bota ortopédica, analgesia oral e USG. Gostaria de saber qual a hipótese diagnóstica (lesão ligamentar?), qual o tempo esperado para melhora clínica e se há algo mais a ser feito. Obrigada.

Profissional solicitante: Médico da estratégia de saúde da família   Resposta: Quadro traumatológico de movimento torcional em tornozelo há 20 dias; pela descrição, não há fraturas. O mecanismo de trauma leva à lesão ligamentar em tornozelo...

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Olá! Temos na unidade uma paciente com epidermólise bolhosa distrófica pedindo inúmeros afastamentos, referindo que não pode ir para escola com lesões em cicatrização ou bolha. Solicitamos orientação para o serviço de referência mas terá consulta somente em 11/2019. Existe contra-indicação da paciente ir para escola neste caso? Em quais situações? Desde já obrigada.
Olá! Temos na unidade uma paciente com epidermólise bolhosa distrófica pedindo inúmeros afastamentos, referindo que não pode ir para escola com lesões em cicatrização ou bolha. Solicitamos orientação para o serviço de referência mas terá consulta somente em 11/2019. Existe contra-indicação da paciente ir para escola neste caso? Em quais situações? Desde já obrigada.

Profissional Solicitante: Gerente de Serviços de Saúde Olá!. Infelizmente não posso lhe dar respostas efetivas para suas perguntas. Mas podemos pensar juntas. As características desta doença implicam num alto risco de infecções e possiblidade de...

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Sou gerente de unidade e tenho me deparado com uma dificuldade para garantir acesso em tempo oportuno para os usuários do território na agenda médica. A unidade tem 4 equipes de Saúde da Família, com 100% de cobertura do território. Temos também uma AMA na unidade, que faz com que a procura em demanda espontânea seja significativa. Temos conseguido trabalhar de forma bastante integrada, com acolhimento único e direcionamento dos pacientes para atendimento com os médicos de família. Após alguns ajustes nas agendas, seguindo diretrizes da Coordenadoria, temos percebido um aumento do tempo de espera para agendamento em consulta médica (de 20 para 50 dias em média), e consequentemente elevação da procura no acolhimento para atendimento médico. Discutindo com a equipe a situação para buscar uma solução para o problema, uma possível solução para esta questão foi a criação de dois grupos para acompanhamento dos usuários: – de hipertensos e diabéticos; – pessoas com transtornos mentais leves (depressão e ansiedade) que fazem renovação regular de psicotrópicos em consultas individuais. Desta forma, a ideia seria canalizar pacientes com perfil destas linhas de cuidado para estes espaços de acolhimento e acompanhamento, mudando o enfoque somente de consultas médicas individuais para um cuidado pela equipe multidisciplinar da unidade, garantindo também as rotinas de atendimento destes pacientes. Gostaria de opinião sobre a estratégia pensada e apoio com algum material para elaboração das abordagens nestes espaços
Sou gerente de unidade e tenho me deparado com uma dificuldade para garantir acesso em tempo oportuno para os usuários do território na agenda médica. A unidade tem 4 equipes de Saúde da Família, com 100% de cobertura do território. Temos também uma AMA na unidade, que faz com que a procura em demanda espontânea seja significativa. Temos conseguido trabalhar de forma bastante integrada, com acolhimento único e direcionamento dos pacientes para atendimento com os médicos de família. Após alguns ajustes nas agendas, seguindo diretrizes da Coordenadoria, temos percebido um aumento do tempo de espera para agendamento em consulta médica (de 20 para 50 dias em média), e consequentemente elevação da procura no acolhimento para atendimento médico. Discutindo com a equipe a situação para buscar uma solução para o problema, uma possível solução para esta questão foi a criação de dois grupos para acompanhamento dos usuários: – de hipertensos e diabéticos; – pessoas com transtornos mentais leves (depressão e ansiedade) que fazem renovação regular de psicotrópicos em consultas individuais. Desta forma, a ideia seria canalizar pacientes com perfil destas linhas de cuidado para estes espaços de acolhimento e acompanhamento, mudando o enfoque somente de consultas médicas individuais para um cuidado pela equipe multidisciplinar da unidade, garantindo também as rotinas de atendimento destes pacientes. Gostaria de opinião sobre a estratégia pensada e apoio com algum material para elaboração das abordagens nestes espaços

Profissional Solicitante: Gerente de Serviços de Saúde Resposta: Caro Gerente, seu questionamento é bastante pertinente e importante para uma boa organização do processo de trabalho da unidade. Vou dividir sua pergunta para tentar responder por...

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Criança tem apresentado fraturas de dentes “em V” com início há 4 meses. Sem trauma e sem dor. Nega fraturas ósseas, internações e uso diário de medicação. Mãe nega uso de antibióticos durante a gestação, intercorrências durante gestação e parto e nega história de familiares com queixa semelhante. Alimentação: LM 2 x dia e restante na creche: leite, frutas e papa salgados. Vacinação está em dia. Crescimento e desenvolvimento adequados para a idade. Mãe relata realizar higiene oral diária. Como conduzir o caso?
Criança tem apresentado fraturas de dentes “em V” com início há 4 meses. Sem trauma e sem dor. Nega fraturas ósseas, internações e uso diário de medicação. Mãe nega uso de antibióticos durante a gestação, intercorrências durante gestação e parto e nega história de familiares com queixa semelhante. Alimentação: LM 2 x dia e restante na creche: leite, frutas e papa salgados. Vacinação está em dia. Crescimento e desenvolvimento adequados para a idade. Mãe relata realizar higiene oral diária. Como conduzir o caso?

  Profissional Solicitante: Médico da estratégia de saúde da família Resposta: Sem um exame intra oral mais apurado não há como ter certeza, mas parece ser um caso de cárie de mamadeira. Parece haver uma linha de desmineralização nos...

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Como proceder com ausências frequentes de conselheiros (seguimento usuário) nas reuniões do conselho gestor da UBS? É possível realizar nova eleição, uma vez que também há ausência dos suplentes?
Como proceder com ausências frequentes de conselheiros (seguimento usuário) nas reuniões do conselho gestor da UBS? É possível realizar nova eleição, uma vez que também há ausência dos suplentes?

Profissional Solicitante: Gerente de serviços de saúde Resposta Sim, é possível realizar nova eleição para recompor o quadro de Conselheiros. O Regimento Interno do Conselho Gestor, baseado nas diretrizes do Conselho Municipal de Saúde, já deve...

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Tenho tido vários casos de pacientes, mulheres em climatério ou pós-menopausa com uma queixa típica: formigamento ou calor em plantas dos pés. O exame clínico descarta qualquer patologia dermatológica ou neurológica. Exames laboratoriais normais, ficando excluídas anemia, ferroprivação ou vitamina B12 baixa. Existe alguma conduta para estes casos?
Tenho tido vários casos de pacientes, mulheres em climatério ou pós-menopausa com uma queixa típica: formigamento ou calor em plantas dos pés. O exame clínico descarta qualquer patologia dermatológica ou neurológica. Exames laboratoriais normais, ficando excluídas anemia, ferroprivação ou vitamina B12 baixa. Existe alguma conduta para estes casos?

Profissional Solicitante:  Médico da estratégia de saúde da família   Resposta O “formigamento” em mãos e pés é um sintoma que pode estar associado á diminuição do estrogênio que caracteriza o período do climatério. No entanto, a reposição...

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A paciente é idosa, hipertensa de longa data, sem história de eventos cardiovasculares e sem outras comorbidades. Em uso de Losartana, Atenol, Anlodipino e Hidroclorotiazida. Vem apresentando descontrole pressórico, assintomática, má aderência medicamentosa. Em visita domiciliar, no exame físico, PA de 220×100 mmHg, FC 44bpm, bulhas rítmicas e hipofoneticas com sopro sistólico em foco pulmonar. Sem edema em membros, AR sem alterações, sem turgência jugular e sem alteração urinaria. Realizou ECG no mês passado com conclusão de HVE, fração de ejeção preservada. Encaminhada ao cardiologista com HD de insuficiência cardíaca. Reforcei aderência medicamentosa. Solicitei exames Laboratoriais, EAS e ECG. A dúvida é em relação ao descontrole pressórico, se a melhor conduta farmacológica nesse momento é otimizar alguma das drogas. Poderia aumentar a Hidroclorotiazida para tomar 02 comprimidos pela manhã? Ou introduzir Espironolactona ou tratar como Insuf. Cardíaca e introduzir furosemida? Fiquei preocupada com essa bradicardia, mas ela está assintomática. Além disso, seria indicado rastrear hipertensão secundária considerando hipertensão resistente ou esse descontrole é associado à insuficiência cardíaca, má aderência medicamentosa?
A paciente é idosa, hipertensa de longa data, sem história de eventos cardiovasculares e sem outras comorbidades. Em uso de Losartana, Atenol, Anlodipino e Hidroclorotiazida. Vem apresentando descontrole pressórico, assintomática, má aderência medicamentosa. Em visita domiciliar, no exame físico, PA de 220×100 mmHg, FC 44bpm, bulhas rítmicas e hipofoneticas com sopro sistólico em foco pulmonar. Sem edema em membros, AR sem alterações, sem turgência jugular e sem alteração urinaria. Realizou ECG no mês passado com conclusão de HVE, fração de ejeção preservada. Encaminhada ao cardiologista com HD de insuficiência cardíaca. Reforcei aderência medicamentosa. Solicitei exames Laboratoriais, EAS e ECG. A dúvida é em relação ao descontrole pressórico, se a melhor conduta farmacológica nesse momento é otimizar alguma das drogas. Poderia aumentar a Hidroclorotiazida para tomar 02 comprimidos pela manhã? Ou introduzir Espironolactona ou tratar como Insuf. Cardíaca e introduzir furosemida? Fiquei preocupada com essa bradicardia, mas ela está assintomática. Além disso, seria indicado rastrear hipertensão secundária considerando hipertensão resistente ou esse descontrole é associado à insuficiência cardíaca, má aderência medicamentosa?

Profissional Solicitante: Médico Generalista Resposta A situação clínica apresentada é de uma paciente idosa que possui hipertensão arterial sistêmica, mas sem eventos cardiovasculares. Para responder a suas dúvidas farei alguns apontamentos...

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