Pergunta da Semana

Paciente de 67 anos com histórico de HAS mal controlada, DM e depressão, em tratamento com enalapril, metformina, hidroclorotizida, sulpirida e nortriptilina. Em exames laboratoriais de rotina apresenta: perfil de lipídeos alterado: CT: 254; HDL: 36; LDL 96; VLDL sem resultado informado; triglicérides: 652. Como iniciar o tratamento? O mais apropriado seria iniciar estatinas, visando prevenção primaria, ou iniciar com fibratos?
Paciente de 67 anos com histórico de HAS mal controlada, DM e depressão, em tratamento com enalapril, metformina, hidroclorotizida, sulpirida e nortriptilina. Em exames laboratoriais de rotina apresenta: perfil de lipídeos alterado: CT: 254; HDL: 36; LDL 96; VLDL sem resultado informado; triglicérides: 652. Como iniciar o tratamento? O mais apropriado seria iniciar estatinas, visando prevenção primaria, ou iniciar com fibratos?

Profissional Solicitante: Médico generalista Resposta: Prezada colega, o passo a passo do tratamento da hipertrigliceridemia é iniciado pela estratificação de risco cardíaco do paciente em questão. O risco cardíaco orienta a rapidez com que o...

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Mulher de 50 anos, sem comorbidades, vem observando queda de cabelo discreta há 5 anos, porém em junho/2020 observou alopécia focal, que continua em crescimento até hoje, atualmente com 5,5cm de diâmetro. Ao exame, sem descamação em couro cabeludo e queda de 5-10 fios ao tracionar mechas do cabelo. Quando observou a lesão focal no ano passado, procurou orientação médica, que solicitou exames, dentre os quais apresentou TSH = 28. Foi prescrito levotiroxina 50mcg, que a paciente tomou por 3 meses e parou de tomar no início deste mês. Nega qualquer melhora da queda durante o uso de LT4 e refere situação de estresse no trabalho no ano passado. Reiniciei a medicação e encaminhei para o Dermatologista. Achei que, pelo tamanho da lesão focal, é incompatível com quadro de hipotireoidismo apenas. Quais outros diagnósticos possíveis? Como investigar? Há algum tratamento que já possa ser iniciado?
Mulher de 50 anos, sem comorbidades, vem observando queda de cabelo discreta há 5 anos, porém em junho/2020 observou alopécia focal, que continua em crescimento até hoje, atualmente com 5,5cm de diâmetro. Ao exame, sem descamação em couro cabeludo e queda de 5-10 fios ao tracionar mechas do cabelo. Quando observou a lesão focal no ano passado, procurou orientação médica, que solicitou exames, dentre os quais apresentou TSH = 28. Foi prescrito levotiroxina 50mcg, que a paciente tomou por 3 meses e parou de tomar no início deste mês. Nega qualquer melhora da queda durante o uso de LT4 e refere situação de estresse no trabalho no ano passado. Reiniciei a medicação e encaminhei para o Dermatologista. Achei que, pelo tamanho da lesão focal, é incompatível com quadro de hipotireoidismo apenas. Quais outros diagnósticos possíveis? Como investigar? Há algum tratamento que já possa ser iniciado?

Profissional Solicitante: Médico da estratégia de saúde da família Resposta: Olá boa tarde. Geralmente as alopécias causadas pelo hipotireoidismo não se apresentam de formas focais, sendo mais generalizadas mas podendo ser um diagnóstico...

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Paciente de 16 anos, gestante, com 30semanas e 5/7 atualmente, apresentou ITU no primeiro e segundo trimestres, internada no terceiro trimestre por pielonefrite, vem em consulta de retorno mantendo leucócitos na urina de 132000, nitrito negativo e cultura negativa. Usg renal sem com cisto renal direito. Não tem outras comorbidades e função renal normal. Existe conduta que podemos fazer para evitar nova infecção e evitar trabalho de parto prematuro?
Paciente de 16 anos, gestante, com 30semanas e 5/7 atualmente, apresentou ITU no primeiro e segundo trimestres, internada no terceiro trimestre por pielonefrite, vem em consulta de retorno mantendo leucócitos na urina de 132000, nitrito negativo e cultura negativa. Usg renal sem com cisto renal direito. Não tem outras comorbidades e função renal normal. Existe conduta que podemos fazer para evitar nova infecção e evitar trabalho de parto prematuro?

Profissional Solicitante: Médico clínico Resposta: Em ITU não complicada iniciar o uso de antibiótico com cobertura de germes comuns e que poderá ser modificado após a identificação do agente e a determinação de sua susceptibilidade. Na...

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Lactente de 3 meses, mãe queixa de mancha vermelha que surge pelo corpo quando o agasalha. Criança não demonstra nenhum tipo de incômodo ou prurido. Resolve espontaneamente após algum tempo sem a roupa, e o eritema clareia à digitopressão. O que me impressionou foi a extensão do eritema, conforme visto na foto tirada no consultório — era um dia frio e criança estava agasalhada adequadamente, sem excesso. Mãe relata que surge em localizações e com extensões variáveis pelo tronco e braço. Quadro é observado há cerca de 2 meses. Gostaria de saber se é indicada alguma investigação/encaminhamento ou se pode ser considerado algo normal para o tipo de pele e apenas orientar não sobreaquecer.
Lactente de 3 meses, mãe queixa de mancha vermelha que surge pelo corpo quando o agasalha. Criança não demonstra nenhum tipo de incômodo ou prurido. Resolve espontaneamente após algum tempo sem a roupa, e o eritema clareia à digitopressão. O que me impressionou foi a extensão do eritema, conforme visto na foto tirada no consultório — era um dia frio e criança estava agasalhada adequadamente, sem excesso. Mãe relata que surge em localizações e com extensões variáveis pelo tronco e braço. Quadro é observado há cerca de 2 meses. Gostaria de saber se é indicada alguma investigação/encaminhamento ou se pode ser considerado algo normal para o tipo de pele e apenas orientar não sobreaquecer.

Profissional Solicitante: Medico da Estratégia de Saúde da Família Resposta: Olá! Pelas características da lesão na fotografia, e pela história colhida na anamnese podemos chegar ao diagnóstico de provável miliária rubra. A mesma é bem frequente...

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Paciente masculino, de 52 anos de idade, com antecedente de alcoolismo, vem à consulta para análise de exames anteriormente solicitados e realizados em janeiro/2020, sem queixas. Exames físico com abdome moderadamente globoso. Nos chama atenção: Potássio = 3,0. Sem alterações em creatinina e outros exames laboratoriais. Além de novos exames e eletrocardiograma, qual a conduta mais adequada para a reposição de potássio na atenção básica?
Paciente masculino, de 52 anos de idade, com antecedente de alcoolismo, vem à consulta para análise de exames anteriormente solicitados e realizados em janeiro/2020, sem queixas. Exames físico com abdome moderadamente globoso. Nos chama atenção: Potássio = 3,0. Sem alterações em creatinina e outros exames laboratoriais. Além de novos exames e eletrocardiograma, qual a conduta mais adequada para a reposição de potássio na atenção básica?

Profissional Solicitante:            Medico da Estratégia de Saúde da Família Resposta: Obrigado pela pergunta! Acho que a partir da premissa de ver o paciente como um todo, sempre é interessante correlacionar o resultado de exames com a clínica...

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Gostaria de saber se em casos de criptorquidia em maiores de 2 anos há necessidade de realizar USG de abdome antes da cirurgia para avaliar a presença de testículo abdominal.
Gostaria de saber se em casos de criptorquidia em maiores de 2 anos há necessidade de realizar USG de abdome antes da cirurgia para avaliar a presença de testículo abdominal.

Profissional Solicitante:             Médico Pediatra Resposta: Cara colega, ótima pergunta! Primeiramente devemos diferenciar o que se chama em “latu sensu” de criptorquidia da seguinte forma; se o testículo que está fora do escroto...

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Durante o atendimento de teleconsulta, o médico pode emitir atestado médico para afastar paciente, com resultado positivo para covid, das atividades trabalhistas e enviá-lo de forma digital?
Durante o atendimento de teleconsulta, o médico pode emitir atestado médico para afastar paciente, com resultado positivo para covid, das atividades trabalhistas e enviá-lo de forma digital?

Profissional de Saúde Solicitante: Gerente de Serviços de Saúde Resposta: Agradecemos a elaboração e encaminhamento da pergunta/dúvida através do programa Telessaúde Redes do Município de São Paulo. A resposta é: Sim. Valemo-nos da Portaria nº...

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Dúvida referente a infecção do trato urinário e gravidez: Gestante, 21 anos, 9 semanas, gestação de risco habitual/ baixo risco. Na urocultura, identifica-se a E. Coli, 100.000 UFC/ ml, e foi realizado o antibiograma – anexei o exame. Perguntada sobre sintomas urinários , relatou disúria leve. Prescrevi a fosfomicina, diante da resistência a outros antibióticos possíveis no âmbito gestacional que foram testados. Observo que a cefalexina nunca é testada nos antibiogramas da AFIP, no entanto, diversas cefalosporinas de gerações superiores demonstraram resistência, com exceção da cefoxitina. Devido ao custo da fosfomicina, a paciente ficou de me comunicar caso seja inviável a aquisição. Desta forma, pergunto: – qual seria a opção de tratamento mais adequado frente a urocultura e antibiograma apresentado, considerando a disponibilidade do RENAME? Muito grato!
Dúvida referente a infecção do trato urinário e gravidez: Gestante, 21 anos, 9 semanas, gestação de risco habitual/ baixo risco. Na urocultura, identifica-se a E. Coli, 100.000 UFC/ ml, e foi realizado o antibiograma – anexei o exame. Perguntada sobre sintomas urinários , relatou disúria leve. Prescrevi a fosfomicina, diante da resistência a outros antibióticos possíveis no âmbito gestacional que foram testados. Observo que a cefalexina nunca é testada nos antibiogramas da AFIP, no entanto, diversas cefalosporinas de gerações superiores demonstraram resistência, com exceção da cefoxitina. Devido ao custo da fosfomicina, a paciente ficou de me comunicar caso seja inviável a aquisição. Desta forma, pergunto: – qual seria a opção de tratamento mais adequado frente a urocultura e antibiograma apresentado, considerando a disponibilidade do RENAME? Muito grato!

Profissional Solicitante: Médico Ginecologista e Obstetra Resposta: O tratamento da ITU Sintomática ou Bacteriúria Assintomática na gestante deve ser realizado de maneira empírica antes de qualquer resultado de Cultura ou Antibiograma, sendo que...

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A coleta de swab para diagnóstico da COVID 19, por RT – PCR, deve ser realizada com a correta paramentação, incluindo o uso de máscara N95. Durante o procedimento se o profissional utilizar uma máscara cirúrgica e o face shield por cima da N95, há necessidade de troca da N95 a cada coleta?
A coleta de swab para diagnóstico da COVID 19, por RT – PCR, deve ser realizada com a correta paramentação, incluindo o uso de máscara N95. Durante o procedimento se o profissional utilizar uma máscara cirúrgica e o face shield por cima da N95, há necessidade de troca da N95 a cada coleta?

Profissional Solicitante: Gerente de serviços de saúde Resposta: Referente ao seu questionamento sobre uso de EPI para coleta de amostra PCR para COVID , a NOTA TÉCNICA GVIMS/GGTES/ANVISA Nº 04/2020 ORIENTAÇÕES PARA SERVIÇOS DE SAÚDE: MEDIDAS DE...

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Na abordagem de gestante com Síndrome Gripal, sempre haverá dúvida pelo profissional da saúde sobre o agente etiológico causador. Fui orientado pela direção da minha unidade a prescrever Oseltamivir 75 mg a cada 12 horas por 5 dias (conforme se fazia na pandemia da influenza A , o H1N1, em 2009), visando mitigar o efeito de vírus sensíveis a este fármaco, sem, obviamente, objetivar a Covid-19. No entanto, não encontrei qualquer publicação oficial e atual que assim orientasse. Desta forma, perguntaria se esta é realmente a conduta preconizada, com vistas ao panorama atual – prescrição de 0seltamivir a todas as gestantes com Síndrome Gripal.
Na abordagem de gestante com Síndrome Gripal, sempre haverá dúvida pelo profissional da saúde sobre o agente etiológico causador. Fui orientado pela direção da minha unidade a prescrever Oseltamivir 75 mg a cada 12 horas por 5 dias (conforme se fazia na pandemia da influenza A , o H1N1, em 2009), visando mitigar o efeito de vírus sensíveis a este fármaco, sem, obviamente, objetivar a Covid-19. No entanto, não encontrei qualquer publicação oficial e atual que assim orientasse. Desta forma, perguntaria se esta é realmente a conduta preconizada, com vistas ao panorama atual – prescrição de 0seltamivir a todas as gestantes com Síndrome Gripal.

Profissional Solicitante: Médico ginecologista e obstetra Resposta: Em março deste ano, o Ministério da Saúde (MS) juntamente com a Secretaria de Atenção Primária à Saúde, emitiu a Nota técnica nº 6, com orientações a serem adotadas na atenção à...

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