Sou gerente de unidade e tenho me deparado com uma dificuldade para garantir acesso em tempo oportuno para os usuários do território na agenda médica. A unidade tem 4 equipes de Saúde da Família, com 100% de cobertura do território. Temos também uma AMA na unidade, que faz com que a procura em demanda espontânea seja significativa. Temos conseguido trabalhar de forma bastante integrada, com acolhimento único e direcionamento dos pacientes para atendimento com os médicos de família. Após alguns ajustes nas agendas, seguindo diretrizes da Coordenadoria, temos percebido um aumento do tempo de espera para agendamento em consulta médica (de 20 para 50 dias em média), e consequentemente elevação da procura no acolhimento para atendimento médico. Discutindo com a equipe a situação para buscar uma solução para o problema, uma possível solução para esta questão foi a criação de dois grupos para acompanhamento dos usuários: – de hipertensos e diabéticos; – pessoas com transtornos mentais leves (depressão e ansiedade) que fazem renovação regular de psicotrópicos em consultas individuais. Desta forma, a ideia seria canalizar pacientes com perfil destas linhas de cuidado para estes espaços de acolhimento e acompanhamento, mudando o enfoque somente de consultas médicas individuais para um cuidado pela equipe multidisciplinar da unidade, garantindo também as rotinas de atendimento destes pacientes. Gostaria de opinião sobre a estratégia pensada e apoio com algum material para elaboração das abordagens nestes espaços

Sou gerente de unidade e tenho me deparado com uma dificuldade para garantir acesso em tempo oportuno para os usuários do território na agenda médica. A unidade tem 4 equipes de Saúde da Família, com 100% de cobertura do território. Temos também uma AMA na unidade, que faz com que a procura em demanda espontânea seja significativa. Temos conseguido trabalhar de forma bastante integrada, com acolhimento único e direcionamento dos pacientes para atendimento com os médicos de família. Após alguns ajustes nas agendas, seguindo diretrizes da Coordenadoria, temos percebido um aumento do tempo de espera para agendamento em consulta médica (de 20 para 50 dias em média), e consequentemente elevação da procura no acolhimento para atendimento médico. Discutindo com a equipe a situação para buscar uma solução para o problema, uma possível solução para esta questão foi a criação de dois grupos para acompanhamento dos usuários: – de hipertensos e diabéticos; – pessoas com transtornos mentais leves (depressão e ansiedade) que fazem renovação regular de psicotrópicos em consultas individuais. Desta forma, a ideia seria canalizar pacientes com perfil destas linhas de cuidado para estes espaços de acolhimento e acompanhamento, mudando o enfoque somente de consultas médicas individuais para um cuidado pela equipe multidisciplinar da unidade, garantindo também as rotinas de atendimento destes pacientes. Gostaria de opinião sobre a estratégia pensada e apoio com algum material para elaboração das abordagens nestes espaços

Profissional Solicitante: Gerente de Serviços de Saúde Resposta: Caro Gerente, seu questionamento é bastante pertinente e importante para uma boa organização do processo de trabalho da unidade. Vou dividir sua pergunta para tentar responder por partes: 1. “Após alguns ajustes nas agendas, seguindo diretrizes da Coordenadoria, temos percebido um aumento do tempo de espera para

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Como proceder com ausências frequentes de conselheiros (seguimento usuário) nas reuniões do conselho gestor da UBS? É possível realizar nova eleição, uma vez que também há ausência dos suplentes?

Como proceder com ausências frequentes de conselheiros (seguimento usuário) nas reuniões do conselho gestor da UBS? É possível realizar nova eleição, uma vez que também há ausência dos suplentes?

Profissional Solicitante: Gerente de serviços de saúde Resposta Sim, é possível realizar nova eleição para recompor o quadro de Conselheiros. O Regimento Interno do Conselho Gestor, baseado nas diretrizes do Conselho Municipal de Saúde, já deve ter sido votado pelo Colegiado Pleno onde os critérios de comparecimento e perda de mandato, já devem estar previstos.

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Tenho tido vários casos de pacientes, mulheres em climatério ou pós-menopausa com uma queixa típica: formigamento ou calor em plantas dos pés. O exame clínico descarta qualquer patologia dermatológica ou neurológica. Exames laboratoriais normais, ficando excluídas anemia, ferroprivação ou vitamina B12 baixa. Existe alguma conduta para estes casos?

Tenho tido vários casos de pacientes, mulheres em climatério ou pós-menopausa com uma queixa típica: formigamento ou calor em plantas dos pés. O exame clínico descarta qualquer patologia dermatológica ou neurológica. Exames laboratoriais normais, ficando excluídas anemia, ferroprivação ou vitamina B12 baixa. Existe alguma conduta para estes casos?

Profissional Solicitante:  Médico da estratégia de saúde da família   Resposta O “formigamento” em mãos e pés é um sintoma que pode estar associado á diminuição do estrogênio que caracteriza o período do climatério. No entanto, a reposição hormonal para tratamento deste sintoma isolado, não é habitualmente instituída. As principais indicações para a reposição hormonal sistêmica

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A paciente é idosa, hipertensa de longa data, sem história de eventos cardiovasculares e sem outras comorbidades. Em uso de Losartana, Atenol, Anlodipino e Hidroclorotiazida. Vem apresentando descontrole pressórico, assintomática, má aderência medicamentosa. Em visita domiciliar, no exame físico, PA de 220×100 mmHg, FC 44bpm, bulhas rítmicas e hipofoneticas com sopro sistólico em foco pulmonar. Sem edema em membros, AR sem alterações, sem turgência jugular e sem alteração urinaria. Realizou ECG no mês passado com conclusão de HVE, fração de ejeção preservada. Encaminhada ao cardiologista com HD de insuficiência cardíaca. Reforcei aderência medicamentosa. Solicitei exames Laboratoriais, EAS e ECG. A dúvida é em relação ao descontrole pressórico, se a melhor conduta farmacológica nesse momento é otimizar alguma das drogas. Poderia aumentar a Hidroclorotiazida para tomar 02 comprimidos pela manhã? Ou introduzir Espironolactona ou tratar como Insuf. Cardíaca e introduzir furosemida? Fiquei preocupada com essa bradicardia, mas ela está assintomática. Além disso, seria indicado rastrear hipertensão secundária considerando hipertensão resistente ou esse descontrole é associado à insuficiência cardíaca, má aderência medicamentosa?

A paciente é idosa, hipertensa de longa data, sem história de eventos cardiovasculares e sem outras comorbidades. Em uso de Losartana, Atenol, Anlodipino e Hidroclorotiazida. Vem apresentando descontrole pressórico, assintomática, má aderência medicamentosa. Em visita domiciliar, no exame físico, PA de 220×100 mmHg, FC 44bpm, bulhas rítmicas e hipofoneticas com sopro sistólico em foco pulmonar. Sem edema em membros, AR sem alterações, sem turgência jugular e sem alteração urinaria. Realizou ECG no mês passado com conclusão de HVE, fração de ejeção preservada. Encaminhada ao cardiologista com HD de insuficiência cardíaca. Reforcei aderência medicamentosa. Solicitei exames Laboratoriais, EAS e ECG. A dúvida é em relação ao descontrole pressórico, se a melhor conduta farmacológica nesse momento é otimizar alguma das drogas. Poderia aumentar a Hidroclorotiazida para tomar 02 comprimidos pela manhã? Ou introduzir Espironolactona ou tratar como Insuf. Cardíaca e introduzir furosemida? Fiquei preocupada com essa bradicardia, mas ela está assintomática. Além disso, seria indicado rastrear hipertensão secundária considerando hipertensão resistente ou esse descontrole é associado à insuficiência cardíaca, má aderência medicamentosa?

Profissional Solicitante: Médico Generalista Resposta A situação clínica apresentada é de uma paciente idosa que possui hipertensão arterial sistêmica, mas sem eventos cardiovasculares. Para responder a suas dúvidas farei alguns apontamentos: Esta paciente está com 4 classes medicamentosas para o tratamento da hipertensão. Num primeiro momento pode-se pensar que se trata de um paciente com

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Por quanto tempo devemos guardar na unidade as notas do prestador contratado para serviços laboratoriais? Notas de faturamento, notas de recebimento de insumos e relação de exames recebidos. Os documentos de prestadores deste mesmo serviço que já finalizaram o contrato com a prefeitura, têm o mesmo prazo para arquivar na unidade ou podem ser desprezados? E de que forma podem ser descartados?

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Profissional Solicitante: Enfermeiro Resposta Todas as notas de recebimento de insumo devem ser arquivadas por 5 anos, conforme Tabela de Temporalidade Parcial de Documentos da Administração Pública do Município de São Paulo : atividade-meio. Com relação as notas fiscais de serviço ( por exemplo: laboratoriais) a Tabela de Temporalidade Parcial de Documentos da Administração Pública

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Qual é a periodicidade da troca de sonda vesical de demora na atenção básica? Existe diferença de periodicidade de acordo com a patologia do paciente?

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Profissional Solicitante: Enfermeiro Resposta Não há evidência definitiva na literatura sobre intervalo regular para troca da sonda vesical de demora (via uretral ou via supra púbica) nos pacientes que necessitam do uso da sonda por longo período. Por essa razão, não há recomendação para a troca com intervalo fixo. Entretanto a troca pode ser realizada

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Gostaria de saber o porquê da liberação das vagas de agenda regulada/especializada para o aplicativo do Agenda Fácil. No início, o acesso era apenas da agenda local e da regulada era só para visualizar a posição em fila de espera e confirmar o agendamento. Hoje o que ocorre é que usuários idosos, que não utilizam o aplicativo, acabam permanecendo na fila de espera, enquanto o usuário que utiliza o aplicativo consegue agendar na agenda regulada. Pergunto: como fica a equidade?

Gostaria de saber o porquê da liberação das vagas de agenda regulada/especializada para o aplicativo do Agenda Fácil. No início, o acesso era apenas da agenda local e da regulada era só para visualizar a posição em fila de espera e confirmar o agendamento. Hoje o que ocorre é que usuários idosos, que não utilizam o aplicativo, acabam permanecendo na fila de espera, enquanto o usuário que utiliza o aplicativo consegue agendar na agenda regulada. Pergunto: como fica a equidade?

Solicitante: Gerente de Serviços de Saúde   Resposta: O acesso às vagas da Agenda regulada/especializada para os munícipes com o aplicativo Agenda Fácil, só é possível para todos os cadastrados em fila de espera (inserido pelo setor de Regulação de determinada unidade), e só consegue vagas em um intervalo de 15 dias a partir da

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Um Enfermeiro capacitado para aplicação e leitura de “PPD” derivado proteico purificado/teste tuberculínico pode capacitar outro enfermeiro para a mesma atividade? Tenho conhecimento que, antigamente era necessário que o enfermeiro para capacitar outro, teria que ser leitor de referência e exigia uma capacitação diferenciada. Essa informação procede?

Um Enfermeiro capacitado para aplicação e leitura de “PPD” derivado proteico purificado/teste tuberculínico pode capacitar outro enfermeiro para a mesma atividade? Tenho conhecimento que, antigamente era necessário que o enfermeiro para capacitar outro, teria que ser leitor de referência e exigia uma capacitação diferenciada. Essa informação procede?

Profissional solicitante: Enfermeiro Resposta: O documento vigente sobre técnicas e aplicações de Prova Tuberculínica (PT), se refere a multiplicadores e instrutores, entendendo-se que se trata de uma capacitação complexa que exige, um número expressivo de aplicações e leituras para que o profissional seja considerado habilitado. A necessidade de capacitação deve ser informada a UVIS que

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