Author page: Priscila Franco

Minha dúvida é sobre paciente do sexo feminino, 42 anos, com cefaleia crônica, holocraniana, com fono e fotofobia. Já fez uso de amt, pregabalina, duloxetina, dipirona, ainh, atualmente com cefaliv com pouca melhora. TC de crânio sem alteração e sem alteração do exame neurológico. Paciente tb com fibromialgia. Já encaminhada para Neurologista. Refere crises de cefaleia semanais, sem melhora. Paciente descrente de melhora, pouco aderente agora a qualquer tratamento pois já usou várias medicações sem sucesso. Gostaria de saber se existe alguma outra medicação que podemos usar, com maior efetividade para paciente ou outras intervenções efetivas para cefaleia.
Minha dúvida é sobre paciente do sexo feminino, 42 anos, com cefaleia crônica, holocraniana, com fono e fotofobia. Já fez uso de amt, pregabalina, duloxetina, dipirona, ainh, atualmente com cefaliv com pouca melhora. TC de crânio sem alteração e sem alteração do exame neurológico. Paciente tb com fibromialgia. Já encaminhada para Neurologista. Refere crises de cefaleia semanais, sem melhora. Paciente descrente de melhora, pouco aderente agora a qualquer tratamento pois já usou várias medicações sem sucesso. Gostaria de saber se existe alguma outra medicação que podemos usar, com maior efetividade para paciente ou outras intervenções efetivas para cefaleia.

Profissional Solicitante: Médico Clínico   Resposta: Agradecemos seu contato. Parabenizo pela descrição completa dos fatores desencadeadores e de alívio. Os sintomas descritos sugerem um quadro de enxaqueca e grande parte do tratamento já...

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Paciente de 54 anos relata dor em cotovelo D, na região do epicôndilo medial, desde outubro/2020. Procurou atendimento após 2 meses com exame físico sem sinais flogísticos ou deformidades na região, sem dor à palpação de musculatura do antebraço e braço, ADM e força preservadas. Feitas orientações sobre ergonomia nas atividades domésticas, orientações posturais e prescrito AINE por 7 dias. Retornou após 2-3 semanas, sem melhora e foi solicitado USG da região. Retorna essa semana com resultado do exame, sem alterações, e relata dor agora também em epicôndilo medial E. Nesta consulta, relata diagnóstico de psoríase há 4 anos, com acompanhamento com dermatologista. Paciente observou que no início do quadro em ambos os cotovelos apresentava mancha de psoríase no local, ainda presente no E (mancha hipercrômica sem descamação), paciente relata que já tinha iniciado tratamento tópico prescrito pelo dermatologista. Pode ser um caso de artrite psoriática? Quais os exames devem ser solicitados e qual a conduta nesse caso? Já encaminhei para o Reumatologista, mas gostaria de oferecer medicação para alívio da dor e/ou resolução do problema se possível, visto o tempo de espera para encaminhamento para esta especialidade. Obrigada!
Paciente de 54 anos relata dor em cotovelo D, na região do epicôndilo medial, desde outubro/2020. Procurou atendimento após 2 meses com exame físico sem sinais flogísticos ou deformidades na região, sem dor à palpação de musculatura do antebraço e braço, ADM e força preservadas. Feitas orientações sobre ergonomia nas atividades domésticas, orientações posturais e prescrito AINE por 7 dias. Retornou após 2-3 semanas, sem melhora e foi solicitado USG da região. Retorna essa semana com resultado do exame, sem alterações, e relata dor agora também em epicôndilo medial E. Nesta consulta, relata diagnóstico de psoríase há 4 anos, com acompanhamento com dermatologista. Paciente observou que no início do quadro em ambos os cotovelos apresentava mancha de psoríase no local, ainda presente no E (mancha hipercrômica sem descamação), paciente relata que já tinha iniciado tratamento tópico prescrito pelo dermatologista. Pode ser um caso de artrite psoriática? Quais os exames devem ser solicitados e qual a conduta nesse caso? Já encaminhei para o Reumatologista, mas gostaria de oferecer medicação para alívio da dor e/ou resolução do problema se possível, visto o tempo de espera para encaminhamento para esta especialidade. Obrigada!

Profissional Solicitante: Médico da estratégia de saúde da família   Resposta: Prezada colega, para pensar em artrite psoriática nós utilizamos os Critérios CASPAR – Classification Criteria for Psoriatic Arthritis: Doença inflamatória...

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Paciente de 67 anos com histórico de HAS mal controlada, DM e depressão, em tratamento com enalapril, metformina, hidroclorotizida, sulpirida e nortriptilina. Em exames laboratoriais de rotina apresenta: perfil de lipídeos alterado: CT: 254; HDL: 36; LDL 96; VLDL sem resultado informado; triglicérides: 652. Como iniciar o tratamento? O mais apropriado seria iniciar estatinas, visando prevenção primaria, ou iniciar com fibratos?
Paciente de 67 anos com histórico de HAS mal controlada, DM e depressão, em tratamento com enalapril, metformina, hidroclorotizida, sulpirida e nortriptilina. Em exames laboratoriais de rotina apresenta: perfil de lipídeos alterado: CT: 254; HDL: 36; LDL 96; VLDL sem resultado informado; triglicérides: 652. Como iniciar o tratamento? O mais apropriado seria iniciar estatinas, visando prevenção primaria, ou iniciar com fibratos?

Profissional Solicitante: Médico generalista Resposta: Prezada colega, o passo a passo do tratamento da hipertrigliceridemia é iniciado pela estratificação de risco cardíaco do paciente em questão. O risco cardíaco orienta a rapidez com que o...

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