Paciente tabagista, hipertensa e dislipidêmica que há um ano realizou CPK para controle do uso da sinvastatina e o valor veio em 22/03/16 = 1481. Foi suspenso a estatina e repetiu o exame 15/05/16 com valor de 1313. A paciente também realizou o perfil reumático apresentando FAN = 1/80 com padrão pontilhado fino nuclear; anti-DNA = não reagente; anti-SM = não reagente; anti-RO E anti-LA = não reagentes; Fator reumatóide menor que 10; Anti-transglutaminase IgA = não reagente; Anti-endomísio IgA, IgG, IgM = não reagentes; Anti-músculo liso = não reagente; Anti-mitocôndria = não reagente; TSH = 1,17; T4 livre = 0,95. A paciente repetiu em 11/07/16 o VHS que veio 37 com PCR = 3,1; CPK = 1150; DHL = 637. A paciente realizou a eletroneuromiografia que foi normal. Agora, em janeiro de 2017 a CPK veio no valor de 1200. A paciente realizou também US do punho direito com neuropatia de nervo mediano e US do calcâneo com fasciite plantar. A paciente no momento está em uso de: Losartana 50 mg 1cp de 12/12h e Furosemida 40 mg 1 cp pela manhã. A paciente também apresenta lesões papulares que surgem no corpo ao simples contato com agulha, tendo realizado biópsia da pele com laudo de dermatite inespecífica e também refere dor no quadril; sem parestesias ou paresia nas cintura escapular e pélvica. A minha dúvida sobre esta paciente é se é aceitável essa CPK ao longo de 1 ano não normalizar pois a minha dúvida inicial era que pudesse existir uma polimiosite auto-imune associada, até pensei que essas lesões de pele com essa CPK pudesse se tratar de doença de Behcet. Portanto, vale a pena indicar uma biópsia muscular?

Paciente tabagista, hipertensa e dislipidêmica que há um ano realizou CPK para controle do uso da sinvastatina e o valor veio em 22/03/16 = 1481. Foi suspenso a estatina e repetiu o exame 15/05/16 com valor de 1313. A paciente também realizou o perfil reumático apresentando FAN = 1/80 com padrão pontilhado fino nuclear; anti-DNA = não reagente; anti-SM = não reagente; anti-RO E anti-LA = não reagentes; Fator reumatóide menor que 10; Anti-transglutaminase IgA = não reagente; Anti-endomísio IgA, IgG, IgM = não reagentes; Anti-músculo liso = não reagente; Anti-mitocôndria = não reagente; TSH = 1,17; T4 livre = 0,95. A paciente repetiu em 11/07/16 o VHS que veio 37 com PCR = 3,1; CPK = 1150; DHL = 637. A paciente realizou a eletroneuromiografia que foi normal. Agora, em janeiro de 2017 a CPK veio no valor de 1200. A paciente realizou também US do punho direito com neuropatia de nervo mediano e US do calcâneo com fasciite plantar. A paciente no momento está em uso de: Losartana 50 mg 1cp de 12/12h e Furosemida 40 mg 1 cp pela manhã. A paciente também apresenta lesões papulares que surgem no corpo ao simples contato com agulha, tendo realizado biópsia da pele com laudo de dermatite inespecífica e também refere dor no quadril; sem parestesias ou paresia nas cintura escapular e pélvica. A minha dúvida sobre esta paciente é se é aceitável essa CPK ao longo de 1 ano não normalizar pois a minha dúvida inicial era que pudesse existir uma polimiosite auto-imune associada, até pensei que essas lesões de pele com essa CPK pudesse se tratar de doença de Behcet. Portanto, vale a pena indicar uma biópsia muscular?

Categoria profissional do solicitante: Médico da Estratégia de Saúde da Família Resposta do Teleconsultor Responsável Muito interessante este caso. Pelo que vejo, você já investigou amplamente as prováveis etiologias de um aumento sustentado de marcador de lesão muscular, e os níveis se mantêm elevados mesmo após longo período de suspensão da estatina. A manutenção da

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Paciente gestante de 31 semanas, assintomática , porém contactante de esposo portador de tuberculose pulmonar, bacilífero, no primeiro mês do tratamento e com tratamento prévio para tuberculose pulmonar em 2007 durante 6 meses, logo, uma recidiva. A gestante colheu BAAR com cultura e aguarda resultado porém não realizou radiografia do tórax. A pergunta é: caso a sua baciloscopia venha negativa devo insistir com radiografia do tórax e devo fazer isoniazida no recém nascido ?

Paciente gestante de 31 semanas, assintomática , porém contactante de esposo portador de tuberculose pulmonar, bacilífero, no primeiro mês do tratamento e com tratamento prévio para tuberculose pulmonar em 2007 durante 6 meses, logo, uma recidiva. A gestante colheu BAAR com cultura e aguarda resultado porém não realizou radiografia do tórax. A pergunta é: caso a sua baciloscopia venha negativa devo insistir com radiografia do tórax e devo fazer isoniazida no recém nascido ?

Categoria profissional do solicitante: Médico da Estratégia de Saúde da Família   Resposta do Teleconsultor Responsável A Tuberculose em gestantes sempre foi um assunto muito debatido na Medicina.  Apenas como informação anedótica, na primeira metade do século 20, com a idéia de que mãe, feto e tuberculose era uma combinação imperfeita, preconizava-se para mulheres com

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Sou RT de Enfermagem de uma UBS e estou com uma duvida frente aos insumos. A empresa coletora de insumos, não quer mais retirar nossos lixos contaminados (Descarpack) pois referiu que devemos lacrar o descarpack, com alguma fita (esparadrapo, fita crepe, etc) em volta da caixa. Pedi parecer do Coren, procurei no site da Anvisa e não achei nenhuma resolução a respeito

Sou RT de Enfermagem de uma UBS e estou com uma duvida frente aos insumos. A empresa coletora de insumos, não quer mais retirar nossos lixos contaminados (Descarpack) pois referiu que devemos lacrar o descarpack, com alguma fita (esparadrapo, fita crepe, etc) em volta da caixa. Pedi parecer do Coren, procurei no site da Anvisa e não achei nenhuma resolução a respeito

Categoria profissional do solicitante: Enfermeiro da estratégia de saúde da família A Resolução RDC 306/2004 prevê que os materiais perfurocortantes, classificados como Grupo E, devem ser descartados em recipientes rígidos, resistentes à punctura, ruptura e vazamento, com tampa, devidamente identificados, atendendo aos parâmetros referenciados na Norma ABNT NBR 13853/1997, observados o limite de preenchimento indicado,

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Qual a utilidade da sorologia para Helicobacter pylori (IgG e IgM), no diagnóstico da infecção e doença causada por essa bactéria, e no acompanhamento de pacientes após o tratamento antimicrobiano?

Qual a utilidade da sorologia para Helicobacter pylori (IgG e IgM), no diagnóstico da infecção e doença causada por essa bactéria, e no acompanhamento de pacientes após o tratamento antimicrobiano?

Solicitante: Médico da ESF   A infecção por Helicobacter Pylori (H Pylori) está relacionada a alguns diagnósticos que cursam com sintomas de dispepsia dentre elas: a gastrite, a úlcera péptica e como diagnóstico de exclusão a dispepsia funcional. Também está relacionado ao câncer gástrico. Apesar de não ser um exame invasivo, a sorologia para H

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