Olá! Tenho recebido vários pacientes com perfuração timpânica traumática (em geral por cotonete). Qual a conduta mais adequada nesses casos? Não temos otorrino em nossa rede de urgência e emergência, e o agendamento está para aproximadamente 8 meses. Obrigada.

Olá! Tenho recebido vários pacientes com perfuração timpânica traumática (em geral por cotonete). Qual a conduta mais adequada nesses casos? Não temos otorrino em nossa rede de urgência e emergência, e o agendamento está para aproximadamente 8 meses. Obrigada.

Profissional solicitante: Médico da estratégia de saúde da família   Resposta: Bom dia. Nos casos de perfuração timpânica, em sua maioria, não há necessidade de tratamento específico. O ouvido deve ser mantido seco e não há a necessidade de uso de antibióticos tópicos. Antibióticos via oral podem ser utilizados se encontrar algum foco infeccioso. Se

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Adolescente, 12 anos, virou o pé (para dentro) ao cair de escada há 20 dias. Foi a uma UPA no mesmo dia, onde realizou RX e foi liberado pelo ortopedista com analgésicos.  Retornou a esta UBS, pois, continua com dor à dorsiflexão do pé, apoiando apenas a ponta do pé no chão durante a marcha. Ao exame físico apresenta edema discreto, sem sinais flogísticos de tornozelo e região média-proximal do pé direito; sem dor à movimentação passiva dos dedos do pé e à palpação até terço médio proximal. A partir daí, não é possível identificar o local com maior dor; qualquer movimentação do tornozelo é dolorosa. Movimentação ativa limitada, aparentemente, apenas pela dor. Há uma região circular no calcanhar que fica especialmente fria à palpação, sem outras alterações. Sensibilidade preservada.  Discuti o caso na unidade e optamos por imobilização em posição anatômica durante o dia com bota ortopédica, analgesia oral e USG. Gostaria de saber qual a hipótese diagnóstica (lesão ligamentar?), qual o tempo esperado para melhora clínica e se há algo mais a ser feito. Obrigada.

Adolescente, 12 anos, virou o pé (para dentro) ao cair de escada há 20 dias. Foi a uma UPA no mesmo dia, onde realizou RX e foi liberado pelo ortopedista com analgésicos. Retornou a esta UBS, pois, continua com dor à dorsiflexão do pé, apoiando apenas a ponta do pé no chão durante a marcha. Ao exame físico apresenta edema discreto, sem sinais flogísticos de tornozelo e região média-proximal do pé direito; sem dor à movimentação passiva dos dedos do pé e à palpação até terço médio proximal. A partir daí, não é possível identificar o local com maior dor; qualquer movimentação do tornozelo é dolorosa. Movimentação ativa limitada, aparentemente, apenas pela dor. Há uma região circular no calcanhar que fica especialmente fria à palpação, sem outras alterações. Sensibilidade preservada. Discuti o caso na unidade e optamos por imobilização em posição anatômica durante o dia com bota ortopédica, analgesia oral e USG. Gostaria de saber qual a hipótese diagnóstica (lesão ligamentar?), qual o tempo esperado para melhora clínica e se há algo mais a ser feito. Obrigada.

Profissional solicitante: Médico da estratégia de saúde da família   Resposta: Quadro traumatológico de movimento torcional em tornozelo há 20 dias; pela descrição, não há fraturas. O mecanismo de trauma leva à lesão ligamentar em tornozelo, que pode variar em 3 graus de complexidade, sendo grau 3 o mais severo. O tratamento inicial, independentemente do

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Olá! Temos na unidade uma paciente com epidermólise bolhosa distrófica pedindo inúmeros afastamentos, referindo que não pode ir para escola com lesões em cicatrização ou bolha. Solicitamos orientação para o serviço de referência mas terá consulta somente em 11/2019. Existe contra-indicação da paciente ir para escola neste caso? Em quais situações? Desde já obrigada.

Olá! Temos na unidade uma paciente com epidermólise bolhosa distrófica pedindo inúmeros afastamentos, referindo que não pode ir para escola com lesões em cicatrização ou bolha. Solicitamos orientação para o serviço de referência mas terá consulta somente em 11/2019. Existe contra-indicação da paciente ir para escola neste caso? Em quais situações? Desde já obrigada.

Profissional Solicitante: Gerente de Serviços de Saúde Olá!. Infelizmente não posso lhe dar respostas efetivas para suas perguntas. Mas podemos pensar juntas. As características desta doença implicam num alto risco de infecções e possiblidade de sepse(1). Ir para a escola é um direito desta criança, mas as condições no ambiente escolar devem ser adequadas para

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Sou gerente de unidade e tenho me deparado com uma dificuldade para garantir acesso em tempo oportuno para os usuários do território na agenda médica. A unidade tem 4 equipes de Saúde da Família, com 100% de cobertura do território. Temos também uma AMA na unidade, que faz com que a procura em demanda espontânea seja significativa. Temos conseguido trabalhar de forma bastante integrada, com acolhimento único e direcionamento dos pacientes para atendimento com os médicos de família. Após alguns ajustes nas agendas, seguindo diretrizes da Coordenadoria, temos percebido um aumento do tempo de espera para agendamento em consulta médica (de 20 para 50 dias em média), e consequentemente elevação da procura no acolhimento para atendimento médico. Discutindo com a equipe a situação para buscar uma solução para o problema, uma possível solução para esta questão foi a criação de dois grupos para acompanhamento dos usuários: – de hipertensos e diabéticos; – pessoas com transtornos mentais leves (depressão e ansiedade) que fazem renovação regular de psicotrópicos em consultas individuais. Desta forma, a ideia seria canalizar pacientes com perfil destas linhas de cuidado para estes espaços de acolhimento e acompanhamento, mudando o enfoque somente de consultas médicas individuais para um cuidado pela equipe multidisciplinar da unidade, garantindo também as rotinas de atendimento destes pacientes. Gostaria de opinião sobre a estratégia pensada e apoio com algum material para elaboração das abordagens nestes espaços

Sou gerente de unidade e tenho me deparado com uma dificuldade para garantir acesso em tempo oportuno para os usuários do território na agenda médica. A unidade tem 4 equipes de Saúde da Família, com 100% de cobertura do território. Temos também uma AMA na unidade, que faz com que a procura em demanda espontânea seja significativa. Temos conseguido trabalhar de forma bastante integrada, com acolhimento único e direcionamento dos pacientes para atendimento com os médicos de família. Após alguns ajustes nas agendas, seguindo diretrizes da Coordenadoria, temos percebido um aumento do tempo de espera para agendamento em consulta médica (de 20 para 50 dias em média), e consequentemente elevação da procura no acolhimento para atendimento médico. Discutindo com a equipe a situação para buscar uma solução para o problema, uma possível solução para esta questão foi a criação de dois grupos para acompanhamento dos usuários: – de hipertensos e diabéticos; – pessoas com transtornos mentais leves (depressão e ansiedade) que fazem renovação regular de psicotrópicos em consultas individuais. Desta forma, a ideia seria canalizar pacientes com perfil destas linhas de cuidado para estes espaços de acolhimento e acompanhamento, mudando o enfoque somente de consultas médicas individuais para um cuidado pela equipe multidisciplinar da unidade, garantindo também as rotinas de atendimento destes pacientes. Gostaria de opinião sobre a estratégia pensada e apoio com algum material para elaboração das abordagens nestes espaços

Profissional Solicitante: Gerente de Serviços de Saúde Resposta: Caro Gerente, seu questionamento é bastante pertinente e importante para uma boa organização do processo de trabalho da unidade. Vou dividir sua pergunta para tentar responder por partes: 1. “Após alguns ajustes nas agendas, seguindo diretrizes da Coordenadoria, temos percebido um aumento do tempo de espera para

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Como proceder com ausências frequentes de conselheiros (seguimento usuário) nas reuniões do conselho gestor da UBS? É possível realizar nova eleição, uma vez que também há ausência dos suplentes?

Como proceder com ausências frequentes de conselheiros (seguimento usuário) nas reuniões do conselho gestor da UBS? É possível realizar nova eleição, uma vez que também há ausência dos suplentes?

Profissional Solicitante: Gerente de serviços de saúde Resposta Sim, é possível realizar nova eleição para recompor o quadro de Conselheiros. O Regimento Interno do Conselho Gestor, baseado nas diretrizes do Conselho Municipal de Saúde, já deve ter sido votado pelo Colegiado Pleno onde os critérios de comparecimento e perda de mandato, já devem estar previstos.

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Tenho tido vários casos de pacientes, mulheres em climatério ou pós-menopausa com uma queixa típica: formigamento ou calor em plantas dos pés. O exame clínico descarta qualquer patologia dermatológica ou neurológica. Exames laboratoriais normais, ficando excluídas anemia, ferroprivação ou vitamina B12 baixa. Existe alguma conduta para estes casos?

Tenho tido vários casos de pacientes, mulheres em climatério ou pós-menopausa com uma queixa típica: formigamento ou calor em plantas dos pés. O exame clínico descarta qualquer patologia dermatológica ou neurológica. Exames laboratoriais normais, ficando excluídas anemia, ferroprivação ou vitamina B12 baixa. Existe alguma conduta para estes casos?

Profissional Solicitante:  Médico da estratégia de saúde da família   Resposta O “formigamento” em mãos e pés é um sintoma que pode estar associado á diminuição do estrogênio que caracteriza o período do climatério. No entanto, a reposição hormonal para tratamento deste sintoma isolado, não é habitualmente instituída. As principais indicações para a reposição hormonal sistêmica

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A paciente é idosa, hipertensa de longa data, sem história de eventos cardiovasculares e sem outras comorbidades. Em uso de Losartana, Atenol, Anlodipino e Hidroclorotiazida. Vem apresentando descontrole pressórico, assintomática, má aderência medicamentosa. Em visita domiciliar, no exame físico, PA de 220×100 mmHg, FC 44bpm, bulhas rítmicas e hipofoneticas com sopro sistólico em foco pulmonar. Sem edema em membros, AR sem alterações, sem turgência jugular e sem alteração urinaria. Realizou ECG no mês passado com conclusão de HVE, fração de ejeção preservada. Encaminhada ao cardiologista com HD de insuficiência cardíaca. Reforcei aderência medicamentosa. Solicitei exames Laboratoriais, EAS e ECG. A dúvida é em relação ao descontrole pressórico, se a melhor conduta farmacológica nesse momento é otimizar alguma das drogas. Poderia aumentar a Hidroclorotiazida para tomar 02 comprimidos pela manhã? Ou introduzir Espironolactona ou tratar como Insuf. Cardíaca e introduzir furosemida? Fiquei preocupada com essa bradicardia, mas ela está assintomática. Além disso, seria indicado rastrear hipertensão secundária considerando hipertensão resistente ou esse descontrole é associado à insuficiência cardíaca, má aderência medicamentosa?

A paciente é idosa, hipertensa de longa data, sem história de eventos cardiovasculares e sem outras comorbidades. Em uso de Losartana, Atenol, Anlodipino e Hidroclorotiazida. Vem apresentando descontrole pressórico, assintomática, má aderência medicamentosa. Em visita domiciliar, no exame físico, PA de 220×100 mmHg, FC 44bpm, bulhas rítmicas e hipofoneticas com sopro sistólico em foco pulmonar. Sem edema em membros, AR sem alterações, sem turgência jugular e sem alteração urinaria. Realizou ECG no mês passado com conclusão de HVE, fração de ejeção preservada. Encaminhada ao cardiologista com HD de insuficiência cardíaca. Reforcei aderência medicamentosa. Solicitei exames Laboratoriais, EAS e ECG. A dúvida é em relação ao descontrole pressórico, se a melhor conduta farmacológica nesse momento é otimizar alguma das drogas. Poderia aumentar a Hidroclorotiazida para tomar 02 comprimidos pela manhã? Ou introduzir Espironolactona ou tratar como Insuf. Cardíaca e introduzir furosemida? Fiquei preocupada com essa bradicardia, mas ela está assintomática. Além disso, seria indicado rastrear hipertensão secundária considerando hipertensão resistente ou esse descontrole é associado à insuficiência cardíaca, má aderência medicamentosa?

Profissional Solicitante: Médico Generalista Resposta A situação clínica apresentada é de uma paciente idosa que possui hipertensão arterial sistêmica, mas sem eventos cardiovasculares. Para responder a suas dúvidas farei alguns apontamentos: Esta paciente está com 4 classes medicamentosas para o tratamento da hipertensão. Num primeiro momento pode-se pensar que se trata de um paciente com

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Por quanto tempo devemos guardar na unidade as notas do prestador contratado para serviços laboratoriais? Notas de faturamento, notas de recebimento de insumos e relação de exames recebidos. Os documentos de prestadores deste mesmo serviço que já finalizaram o contrato com a prefeitura, têm o mesmo prazo para arquivar na unidade ou podem ser desprezados? E de que forma podem ser descartados?

Por quanto tempo devemos guardar na unidade as notas do prestador contratado para serviços laboratoriais? Notas de faturamento, notas de recebimento de insumos e relação de exames recebidos. Os documentos de prestadores deste mesmo serviço que já finalizaram o contrato com a prefeitura, têm o mesmo prazo para arquivar na unidade ou podem ser desprezados? E de que forma podem ser descartados?

Profissional Solicitante: Enfermeiro Resposta Todas as notas de recebimento de insumo devem ser arquivadas por 5 anos, conforme Tabela de Temporalidade Parcial de Documentos da Administração Pública do Município de São Paulo : atividade-meio. Com relação as notas fiscais de serviço ( por exemplo: laboratoriais) a Tabela de Temporalidade Parcial de Documentos da Administração Pública

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Qual é a periodicidade da troca de sonda vesical de demora na atenção básica? Existe diferença de periodicidade de acordo com a patologia do paciente?

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Profissional Solicitante: Enfermeiro Resposta Não há evidência definitiva na literatura sobre intervalo regular para troca da sonda vesical de demora (via uretral ou via supra púbica) nos pacientes que necessitam do uso da sonda por longo período. Por essa razão, não há recomendação para a troca com intervalo fixo. Entretanto a troca pode ser realizada

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